Sexta-feira, 15 de Abril de 2011

Nossa iniciação no Swing

Olá, chamo-me Pedro (nome fictício) Tenho 43 anos, já fui casado, mas não tenho filhos. Ao longo da vida, tive meia-dúzia de relacionamentos “sérios”. Entretanto, sempre procurei o prazer sexual sem preconceitos, ou seja, relacionamentos sem compromisso nem vínculos emocionais; apenas a busca pelo prazer. Sou culto, viajado e já morei em diversos lugares, inclusive no estrangeiro. Talvez pelo meu estilo de vida e pela prática diária de actividades físicas, não aparento a idade que tenho.

 

Há mais ou menos 3 ou 4 anos, inscrevi-me num desses sites de relacionamento, pois não tenho muito tempo nem paciência para andar á “caça” em bares e discotecas. Foi uma óptima ideia. Conheci mulheres maravilhosas (outras, nem tanto), geralmente na faixa etária dos vinte e poucos anos. Algumas casadas, outras solteiras. Apesar dessa diversidade toda, sentia saudades das experiências de menage e sexo com outros casais que tive durante a época da Universidade e do meu primeiro casamento.

 

sexo

 

Recentemente, conheci uma menina (vou chamá-la de Júlia), 26 anos, pele morena clara, cabelos pretos, longos e uma maneira de ser meiga de adolescente. Trocámos alguns e-mails e marcámos o primeiro encontro a um sábado à tarde. Fui buscá-la perto da casa dela e fomos à uma pastelaria. Já havia visto uma ou duas fotos dela, mas confesso que ao vê-la pessoalmente, pensei: “Hum, deve ser uma daquelas meninas certinhas que canta no coro da igreja ou toca violão no CCB”. Às vezes, as aparências iludem. Depois de alguns cafés e uma conversa agradável, fomos ao meu apartamento e continuámos o primeiro encontro com vinho e queijos. Não demorou muito e estávamos a beijar-nos com muita intensidade e desejo. Acabámos por “curtir” mesmo concordando que não “curtíamos” no primeiro encontro.

 

Saímos mais umas duas ou três vezes e percebi que a minha primeira impressão estava errada. Ao contrário de mim, Júlia é uma rapariga com nenhuma experiência fora do sexo “convencional”. Entretanto, percebi que havia ali uma fêmea desejosa por novos prazeres. Comecei a contar-lhe algumas experiências picantes que tive e, aos poucos, fui despertando a curiosidade dela. Achei que estava na hora de tentar algo mais ousado e disse que iria levá-la a um clube de swing. Notei que ela ficou meio assustada, mas não manifestou nenhuma recusa.

 

No sábado seguinte fomos ao melhor clube de swing de Lisboa. Ela estava nervosa e curiosa. Não fazia a menor ideia de como era o ambiente e imaginava que seria alguma coisa promíscua, com pessoas a correr nuas, e em grandes bacanais. (Isso ela contou-me depois). Como ela gosta de dançar, foi se soltando e perdendo a inibição ao ritmo de dance music. Começámos a beijar-nos e acariciar-nos durante a dança, até ficarmos muito excitados. Ela percebeu que os casais que estavam ao nosso redor faziam coisas mais ousadas e ficou ainda mais excitada. Convidei-a para irmos ver o que se estava a passar nos privados. Estavam todos cheios, as camas com diversos casais e muitos outros a fazer platéia. O cheiro contagiante do sexo impregnava o ambiente e acentuava os desejos. Era impossível ficar inerte num meio com tantos estímulos sensuais. Fomos até o sofá mais próximo e continuamos aquele momento gostoso que havíamos iniciado na pista de dança. Tirei a blusa dela e chupei carinhosamente aqueles peitinhos delicados. Baixei as calças dela e sentei-a no sofá de modo que eu pudesse chupar a deliciosa ratinha bem depilada. Ela estava a pingar de tesão e gemia de prazer. De vez em quando eu olhava para rosto dela e via os olhos fechados e um tremendo sorriso de satisfação nos lábios. Depois que ela gozou, levantei-me, abri as minhas calças, tirei o pau bem duro para fora e puxei a cabeça dela em minha direcção. Ela começou a chupar o meu pau e a esfregá-lo no rosto. Fazia exactamente como eu gosto e deixou-me nas nuvens. Rapidamente levantei-a do sofá, ela ficou de costas para mim, com o traseiro empinado. Esfreguei o meu pau na ratinha dela e penetrei-a com toda a vontade. Percebemos que havia vários casais a assistir ao nosso showzinho e isso deixou-nos ainda mais excitados. Quanto mais forte eu a penetrava, mais a Júlia gemia e gritava. Os gemidos dela confundiam-se com os gemidos das outras mulheres, levando todos a um estado de orgasmo colectivo.

 

 

club swing

 

Depois dessa primeira “queca”, vestimos as roupas e voltamos para a pista de dança. Logo, logo estávamos novamente a beijarmo-nos de forma bem voluptuosa. Entramos numa das cabines privé e eu encostei a porta. Enquanto nos beijávamos, tirei toda roupa dela, deixando-a somente de salto alto. Ah, que coisinha tão deliciosa. Enquanto a beijava, lambia e acariciava, aproveitei para apreciar aquele visual... Corpo esguio, pele macia, pezinhos perfeitos e um ar angelical. Ela deitou-se na cama e eu comecei a fazer uma das coisas que me dá mais prazer – chupar uma ratinha depilada e cheirosa. Quanto mais eu a chupava, mais molhada ela ficava e se contorcia de tesão. Esfreguei o rosto na rata dela e fiquei todo lambuzado. Depois de ela ter gozado, ajoelhei-me ao lado da cabeça dela e ofereci o meu cacete para ela chupar. Sem a menor cerimónia, ela chupava e lambia o meu pau, enquanto eu massajava o clítoris dela com o meu dedo médio. Lambia o meu escroto e chupava as minhas bolas, deixando-me louco de tesão. Deitei-me na cama e pedi a ela que se sentasse no meu cacete. Muito obediente, ela sentou-se e começou a mexer os quadris para a frente e para trás, esfregando o clítoris em mim e fazendo o meu pau latejar dentro da ratinha dela. De repente, percebi que havia outro casal na cabine, assistindo á nossa queca. A mulher aproximou-se e começou a acariciar as costas da Júlia, mas ela assustou-se e esquivou-se. O casal percebeu o gesto como um “sinal vermelho” e saiu da cabine. Como era a primeira experiência da minha gata, achei melhor não forçar a situação. Continuamos até gozarmos juntos e fomos para casa.

 

Sexo oral

 

No caminho para casa comecei a perguntar o que ela havia achado da novidade. Ela disse que gostou muito e queria repetir a experiência. Pronto, estava feito o “estrago”, lolol. Chegámos a casa e gozámos mais algumas vezes embalados pelas lembranças daquela noite. Três semanas depois, voltámos ao Clube e a coisa ficou muito mais picante. Em breve eu conto a vocês como foi essa nova aventura.

 

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publicado por ricky_nice às 21:27
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